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Centrão descarta desembarque, mas pressiona Lula a acelerar reforma ministerial após pesquisa

17/02/2025
em Brasil
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Centrão descarta desembarque, mas pressiona Lula a acelerar reforma ministerial após pesquisa

BRASÍLIA, DF (FOLHAPRESS) – Lideranças do centrão descartam a possibilidade de desembarque do governo Lula (PT) por ora, mas ampliam a pressão para que o petista conclua a reforma ministerial após pesquisa Datafolha que mostrou queda acentuada na aprovação do presidente.

Especulações sobre uma ampla troca na Esplanada circulam desde o segundo semestre do ano passado. Com a crise de popularidade, esses integrantes de partidos que fazem parte da base de Lula no Congresso Nacional avaliam que está crescendo o risco de aliados perderem o interesse de assumirem ministérios.

A se concretizar, a situação representaria um clima de mal-estar absoluto com os parlamentares, e as pautas do governo dependem de uma base coesa para aprová-las.

Pesquisa Datafolha divulgada nesta sexta-feira (14) mostrou que a aprovação de Lula desabou em dois meses, de 35% para 24%, chegando a um patamar inédito para o petista em suas três passagens pelo Palácio do Planalto. A reprovação também é recorde, passando de 34% a 41%. Acham o governo regular 32%, ante 29% em dezembro passado, quando o Datafolha havia feito sua mais recente pesquisa sobre o tema.

A visão de que é preciso urgência na reforma ministerial se dá ainda por dois motivos: os que são cotados para as trocas estão há meses sangrando, sem uma definição, o que acaba ampliando o desgaste com aliados; e há o prazo de desincompatibilização do cargo, em abril do ano que vem, o que daria cada vez menos tempo para um eventual novo ministro no posto.

Assim, um líder de partido aliado de Lula diz que o ideal é que realize a reforma até o Carnaval, enquanto o Congresso ainda está em banho-maria. Senão, começará o ano Legislativo com mal-estar na base.

Essas lideranças citam ainda que a reforma ministerial deve ser mais ampla do que o que vem sendo cogitada, porque Lula está politicamente fragilizado e precisaria mostrar uma mudança estrutural em seu governo.

NOVO DATAFOLHA

A primeira mudança que integrantes do centrão defendem é no Palácio do Planalto, onde seria ainda mais simbólica ao acabar com um cordão petista no entorno de Lula. Atualmente, tanto a Casa Civil como a Secretaria-Geral e a Secretaria de Relações Institucionais são comandadas por correligionários: Rui Costa, Márcio Macêdo e Alexandre Padilha, respectivamente.

O nome do chefe da Casa Civil acaba surgindo com maior força diante das críticas à coordenação do governo, mas parlamentares admitem ser improvável que Lula troque Rui.

Diante disso, uma possibilidade aventada pelo centrão é colocar Padilha na Saúde, no lugar de Nísia Trindade, alvo do bloco político há tempos.

Nessa configuração, no lugar de Padilha nas Relações Institucionais ficaria um nome mais alinhado ao Congresso na pasta, como o de Isnaldo Bulhões (MDB-AL), aliado do presidente da Câmara, Hugo Motta (Republicanos-PB).

Em outra frente, lideranças do centrão defendem ainda trocas em outros ministérios em que há problemas de políticas sociais, no entendimento deles, como Desenvolvimento Social, Desenvolvimento Agrário e Educação. Muitas destas pastas têm os maiores orçamentos da Esplanada e hoje estão sob o comando de petistas.

Parlamentares aliados reclamam que muitas medidas prometidas para a população não foram ainda entregues, como a isenção de imposto de Renda para quem ganha até R$ 5.000. Em outra frente, admitem o desgaste trazido com os ataques da oposição ao Pix, sobretudo o vídeo do deputado Nikolas Ferreira (PL-MG).

Entre a oposição, bolsonaristas aproveitaram a crise na aprovação do presidente para reforçar os chamados para manifestação por pedido de impeachment no dia 16 de março.

Até mesmo um senador de oposição admitiu que é remota essa possibilidade, mas que é preciso começar os chamamentos para ampliar a pressão.

Para os partidos do centrão, que comandam as duas Casas e têm a maioria dos cargos, essa possibilidade hoje não está no cenário. Uma liderança não governista desse campo político, por outro lado, diz que hoje levar adiante um processo seria difícil, mas que no passado era impossível.

Como mostrou a Folha, integrantes do próprio governo já esperavam aumento pela pressão da reforma ministerial como forma de abrir mais espaço para os partidos e criar uma blindagem ao governo.

Esta seria a fórmula para, politicamente, conseguir avançar pautas no Congresso importantes para o Executivo e não ter surpresas da oposição nas Casas.

Do ponto de vista de aprovação, um rearranjo na Esplanada não garantiria melhora imediata. Aliados de Lula dizem que é preciso mudar o que não está favorecendo, sobretudo, eleitorado trabalhador: reduzir o preço dos alimentos; adotar medidas com foco nos informais; e apresentar o projeto do IR (Imposto de Renda), promessa de campanha.

No governo, há avaliação é de que é preciso ainda melhorar o eixo da comunicação. Interlocutores do presidente citam como, por exemplo, a gratuidade de 100% dos medicamentos do Farmácia Popular, anunciado nesta semana, além de queda no dólar e menor taxa de desemprego da história. E isso precisa chegar na ponta.

No início do ano, Lula trocou a Secom (Secretaria de Comunicação da Presidência), tirando o deputado Paulo Pimenta (PT-RS) e colocando o marqueteiro Sidônio Palmeira.

A mudança não fazia parte do bojo da reforma ministerial, mas partia de um entendimento do petista de que o governo está bem, mas a comunicação não chegava na ponta.

Aliados do chefe do Executivo agora esperam que os números do Datafolha possam dar uma “sacudida” no governo para reverter o quadro, impedindo assim que o petista ou eventual candidato apoiado por ele chegue em condição de fragilidade para a eleição presidencial de 2026.

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